quinta-feira, 17 de maio de 2018

irmandade


São os prós e contras de sermos todos um. Porque há quem nos esforcemos por não reconhecer em nada iguais a nós. Que são coisas que abominamos e não queremos em nós, nem na nossa vida. No entanto, existem. Na nossa cabeça, pelo menos. Portanto, no nosso mundo. E quem as pôs lá? Nós ou os outros? Mesmo que tenham sido os outros, fomos nós que as deixámos entrar.
Não há fuga possível, se somos nós que vemos o mundo como é. Assim sendo, fazem parte do que somos. A menos que façamos um investimento honesto numa visão diferente do mundo. Que o transformemos no que achamos mais correcto para nós. Que sigamos o nosso melhor instinto e mudemos de dentro para fora.
Parece uma tarefa gigantesca, mas não é. Só precisamos de limpar o lixo que guardamos, que é muito maior do que o mar de plástico que existe no planeta. É só pegar numa garrafinha de cada vez e reciclá-la na nossa cabeça. E começa a limpeza e a simplificação do que está a mais e a complicar a nossa vida.
Como qualquer exercício, melhora e ganha rapidez com a prática.
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