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terça-feira, 6 de setembro de 2016

a sede fortalece a busca

fotografia de Maria Isabel Mota
o deserto não se esvazia
e a sede fortalece a busca.

O sentido que não se encontra nas manifestações exteriores a nós tem, afinal, a virtude de nos conduzir a uma outra forma de ver as coisas. Se um caminho se esgota, muitos outros se abrem e há que ter o bom senso de não fechar os olhos às possibilidades que nunca se consideraram. 
O desejo, a sede, é o que nos impulsiona na experiência da vida. E não é a escassez que o orienta, mas sim a fé na inesgotabilidade das nossas opções. Tenhamos com essa fé a lucidez de nos lembrar, todos os dias, de agir sobre essa latente e constante revolução interior, e de colher com alegria as suas flores e os seus frutos. 

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

paz


A paz é um direito. A ser reclamado com insistência. Só em paz somos capazes de recuperar a nossa lucidez e a nossa experiência de uma vida sem o massacre constante de grupos de pressão apoiados pela propaganda a que indevidamente se chama hoje informação. Paz para usufruir de um tecto, de um trabalho, de uma refeição, de experiências mais felizes. Não é tudo, mas é o princípio essencial para se atingir o resto.  

sábado, 27 de agosto de 2016

a lucidez do amor


E se for só isso? A lucidez proporcionada por uma emoção? O segredo de tudo, a porta para a compreensão do que move a vida? Mesmo quando há hormonas a ajudar à festa e a misturar o físico com o emocional? Não se dará o caso de projectarmos fisicamente as nossas necessidades emocionais? Ai que adoravelmente burrinhos somos...